A professora visitante estrangeira do Instituto de Oceanografia (IO), Gamze Turan, participa do grupo de pesquisadores do projeto "SeaWheat", apoiado pelo Programa COST da União Europeia. O grupo é composto por 105 especialistas de 28 países que estão buscando eliminar alguns gargalos do conhecimento que impedem a produção em larga escala das macroalgas marinhas do gênero Ulva.
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As algas Ulva são comumente chamadas de "alface marinho", mas esse nome não faz justiça à importância alimentícia que essas plantas podem vir a ter. Cultivadas com água do mar, atinge produções de 25-40 toneladas de massa seca de talos por hectare, que podem ser compostos em mais de 20% por amido. O grupo prefere denominar o objeto de estudo como o "Trigo do Futuro".
A docente que já vinha trabalhando, nos últimos dois anos, junto ao IO, na utilização de águas da aquacultura marinha para a produção das algas Ulva, começou a fazer parte deste projeto em outubro.
Sobre o projeto
A iniciativa tem como objetivo explorar o potencial das algas marinhas na Europa até 2025, visando o desenvolvimento de ciência e tecnologia avançadas, e tendo várias empresas parceiras, criará oportunidades de negócios e empregos nas economias marítima e costeira, como terá um impacto significativo no bem-estar da sociedade.
Mais informações sobre o projeto podem ser acessadas no link.
*Estagiária de Jornalismo, com supervisão de Fernando Halal