O custo do cesto básico para o município do Rio Grande no último mês de maio teve uma elevação de 1,60%, passando de R$ 1.390,23 no mês de abril para R$ 1.412,52 no mês de maio. As informações são do Centro Integrado de Pesquisas (CIP) do Instituto de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis (Iceac) da FURG.
Reitoria assina portaria para instituir comissão no âmbito RSC-PCCTAE
FURG institui Protocolo da Ouvidoria das Mulheres
Em Roraima, reitora participa da 212ª Reunião Ordinária do Conselho Pleno da Andifes
Os produtos que tiveram maiores variações nos preços no mês analisado foram: batata inglesa com +65,87%, cenoura com +50,19% e ovos de granja com +39,53%. Em contrapartida, os produtos que apresentaram queda na variação dos preços foram: alface -21,30%, carne de frango com -16,57% e laranja com -14,86%.
Outro fator analisado de extrema importância é a contribuição de cada produto no custo total. Leva-se em consideração a multiplicação do seu preço pela quantidade consumida pelas famílias. Dentre os produtos que mais contribuíram para o aumento do custo do cesto básico
tem-se: o cigarro, a bata inglesa, os ovos de granja e a cerveja. Entre os que contribuíram para diminuição do custo do cesto estão a carne de frango, a carne bovina, e a laranja. A seguir, apresenta-se a tabela com os cinquenta e um produtos que fazem parte do custo do cesto básico, selecionados através do POF - Pesquisa Orçamentária Familiar, e pesquisado através do CIP - Centro de Integrado de Pesquisa, na cidade de Rio Grande, com os valores comparativos entre os meses.
Metodologia
A metodologia do cesto básico pesquisada pelo CIP é baseada no acompanhamento do consumo de famílias com três pessoas e renda entre 1 e 21 salários mínimos. O cesto básico é composto por 51 produtos essenciais, como alimentos, gás de cozinha, higiene e limpeza, além de cerveja e cigarro, que foram identificados como produtos consumidos pelas famílias pesquisadas. Esses produtos foram selecionados com base na Pesquisa Orçamentária Familiar (POF), realizada pelo IBGE em 2002/2003, que analisou o consumo de famílias em diferentes faixas de renda.