A presença feminina chamou a atenção do público na última edição da Quinta Cultural, evento que vem ganhando peso na grade de cultura e extensão da FURG.
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Em seguida, a Rota Celeste apresentou canções do álbum Há de Ser, lançado no ano passado, mostrando ao público a sua mistura de progressivo e hard rock com pitadas de música regional brasileira.
A Quinta Cultural ampliou a sua programação e, dessa vez, incluiu atrações como uma feira multicultural com brechó, discos de vinil, livros, fanzines e artesanato no saguão do Cidec.
O evento contou com o apoio do Dark Cave Estúdio.
Ativismo negro
A DAC e a Secretaria de Ações Afirmativas, Inclusão e Diversidades (Secaid) também levaram ao Cidec a abertura da exposição “Palmares Vive!”. A atividade contou com a presença da reitora Suzane Gonçalves, da pró-reitora de Extensão e Cultura, Débora Amaral, da técnica em Assuntos Educacionais da Secretaria de Ações Afirmativas, Inclusão e Diversidades (Secaid), Elina Oliveira, e da secretária municipal de Cultura, Rita Patta Rache, entre outras autoridades.
O projeto itinerante do Museu Antropológico (Musa), instituição da Secretaria da Cultura (Sedac), tematiza sobre histórias, pertencimentos, territorialidades, lutas e resistências negras no Rio Grande do Sul. São fotografias, imagens e textos sobre as comunidades quilombolas, rurais e urbanas, clubes sociais negros e movimentos de arte negra periférica e urbana. É contada a história dos ativismos negros, desde o final do século 19, além da contribuição das lideranças na instituição do 20 de novembro como data da Consciência Negra.
O Ponto de Cultura Instituto Filhos de Araunda também foi convidado a fazer uma apresentação especial. Mais cedo no mesmo dia, a equipe do Musa realizou uma oficina de educação museal e monitoria voltada a educadores sociais, professores e alunos.