Nesta quarta-feira, 22, a página da Diretoria de Arte e Cultura (DAC) no Facebook apresenta a ação Fresta Conversa a partir das 19h. O encontro contará com a participação de Andreia Oliveira e Rogério Nunes Marques e exibição de vídeos.
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Andreia Oliveira é artista multimídia, docente e pesquisadora nas áreas de arte, ciência e tecnologia sobre sistemas interativos, imagem, colaboração e subjetivação contemporânea. Atualmente é professora associada do Departamento de Artes Visuais e do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais. Idealizadora e coordenadora do Laboratório Interdisciplinar Interativo (UFSM) e líder do InterArtec (CNPq). Doutora pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na linha de pesquisa Interfaces Digitais em Educação, Arte, Linguagem e Cognição. Sua produção tem sido publicada em livros, anais e revistas acadêmicas indexadas, e apresentada em eventos nacionais e internacionais (Durban, Manizales, Hong Kong, Dubai, Sydney, Istambul, Porto, Atlanta). Andreia é editora da Revista Contemporânea do PPGART/UFSM (2015-atual).
Rogério Nunes Marques é pesquisador, professor e artista contextual. Desenvolveu sua pesquisa de mestrado “Desobediência Urbana: dispositivos e práticas urbanômades”, em Poéticas do Cotidiano e Processos Contemporâneos na Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Pratica a ideia de arte maloqueira – maloqueiragem/capoeiragem como contra-ataque e sabotagem aos sistemas colonizadores - onde busca identificar, discutir e reverter a partir do pensamento e prática em arte, situações que denomina como totalitarismos urbanos. Desencadeadas por processos de reformulações espaciais econômicas na cidade e suas consequências nas formas de uso não normatizadas do espaço público. A pesquisa que desenvolve aborda diluições entre arte, design, arquitetura e urbanismo a fim de encontrar no espaço praticado soluções críticas para problemas reais usando a cidade como local de ação-direta.
Serão exibidos os vídeos:
“Impermanência”, de Andreia Oliveira, 2017. Videoperformance que aborda a questão do tempo na dimensão da impermanência e a insustentabilidade dos corpos agregados. Tal questão é atravessada por três momentos distintos: a impermanência de corpos que habitam a dualidade da existência; a impermanência do tempo que coexiste em diferentes conjugações verbais corporais; e a impermanência que diluí todos os corpos compostos.
“Contra Fogos”, de Rogério N. Marques, 2017. Vídeo realizado a partir da captura de tela do computador durante uma breve pesquiso no YouTube sobre fabricação caseira de armas de fogo. Estou interessado no desvio como linguagem-potência. Como meio de afirmação da existência. R-existência. Vídeo/cine desvio. O design desvio das armar artesanais em relação ao monopólio técnico da indústria bélica sobre o controle do monopólio da violência pelo estado. O desvio como astúcias do encarcerado contra o carcereiro. Astúcias do precário contra a norma.