CULTURA

Oficina de Teatro de Pelotas apresenta espetáculo Fuenteovejuna no Cidec-Sul

Será na quinta-feira, 30, às 19h30, com entrada franca, por ordem de chegada

O projeto Teatro no Fronte promove a montagem de Fuenteovejuna, com o Grupo Oficina de Teatro de Pelotas & Cia. Cem Caras de Teatro do IFSul. O espetáculo chega a Rio Grande na quinta-feira, 30, às 19h30, no Cidec-Sul da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), Campus Rio Grande, Unidade Carreiros. A entrada é gratuita, por ordem de chegada ao local do espetáculo.

A peça de Lope de Vega (1619) tem adaptação do texto de Valter Sobreiro Jr e direção de Flávio Dornelles, e evidencia a representação da justiça e da unidade de um povo contra a tirania. Fuenteovejuna é uma tragicomédia do chamado Século de Ouro espanhol, baseada em fatos em fatos reais da época em que Espanha era governada pelos reis católicos Fernado de Aragão e Isabel de Castela (1479-1504). De acordo com a sinopse, a obra explora temas de honra, dignidade e de coragem diante da opressão, tornando-se um símbolo de solidariedade e reponsabilidade coletiva.

Fuenteovejuna é considerada uma das obras primas de Lope de Vega, que escreveu um novo conceito para o teatro da época: a comédia nova, que misturava elementos trágicos e cômicos, de forma simples e com apelo popular.

O espetáculo celebra os 40 anos da primeira montagem em 1985, que venceu o primeiro Festival de Teatro de Pelotas, à época dirigida por Sobreiro Jr., e os 50 anos do grupo Desilb, hoje Cia Cem Caras.

Fazem parte do elento Eduarda Treichel, Gustavo Caetano, Vinícius Hoffmann, Niege Heclker, Jeferson Dias, Mauricio Signorini, Guilherme Hornke, Lívia Martins, Darlan Braga, Andrew Borges, Kauan Copello, Johann Ossanes, Lís Neuwald, Amanda Pillowick, Luís Silva, Rita Alves, Vínicos Teixeira, Evelyn Caipú, Mônica Boff, Cecilia Hirdes, Lorenzo Fernandes, Sara Grimberg, Maria Helena Jesk, Sofia Hirdes e Théo Massaut.

A equipe técnica é formada por Felipe Oliveira (modista), Sandro Andrade (designer),
Baiú (vídeo), Luís Fabiano (Fio da Navalha Arte & Comunicações/fotos), Clara Lamonaca (sonoplastia), Mariana Conceição (contrarregra) e Flávio Dornelles (iluminação, concepção de figurino e adereços e direção). 

O espetáculo tem o investimento da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB Aldir Blanc), Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul (Sedac), Ministério da Cultura, e recebe apoio do Teatro Guarany, IFSul Campos Pelotas, por meio da Coordenadoria de Atividades Culturais, Secretaria Municipal de Cultura de Pelotas (Secult), FURG, e Secretaria de Educação de Pedro Osório. A produção é da Passégio Produções Artísticas. Na FURG, a parceria institucional é por meio da Diretoria de Arte e Cultura da Pró-reitoria de Extensão e Cultura (DAC/Proexc/FURG).

O projeto Teatro no Fronte também realizou apresentações na colônia Z3, bairro Dunas e Vila Princesa, com a peça "Cabral, a esquadra se deu mal", uma comédia divertida do descobrimento do Brasil, de João Guerreiro, com Jeferson Dias e Johann Ossanes.

 

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