O vice-diretor do Instituto de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis da Universidade Federal do Rio Grande (Iceac/FURG) e conselheiro do Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Sul (Corecon-RS), Paulo Lessa, participará do 23º Simpósio Nacional dos Conselhos de Economia (Since), junto à delegação do Rio Grande do Sul. O evento será realizado de 12 a 15 de setembro, em Belo Horizonte, tendo como tema central A crise internacional e seus impactos sobre a economia brasileira.
A delegação do RS será a terceira maior entre todos os Estados, representada pelo presidente e vice-presidente do Corecon/RS, além de sete conselheiros escolhidos em seção plenária realizada neste mês de agosto.
Os principais objetivos do Since são examinar e debater questões relativas à atuação e aperfeiçoamento do Sistema Cofecon/Corecons e à atuação profissional dos economistas; estabelecer linhas de ação conjunta Cofecon/Corecons; debater os assuntos referentes à formação e aperfeiçoamento profissional dos economistas; e debater a estrutura e conjuntura econômica, política e social do país.
De acordo com o professor, o evento é uma oportunidade ímpar para a discussão de problemas e questões de legislação, normativos, regimentais, operacionais, administrativos e de gestão do Sistema Cofecon/Corecons e de diretrizes voltadas para a formação e aperfeiçoamento dos economistas. Suas decisões são tomadas em assembleia, onde votam os delegados indicados pelos Corecons, conforme sua representatividade quantitativa de economistas registrados, explica.
Com as discussões e palestras acerca do tema central, espera-se que questões relevantes sejam elucidadas e analisadas, como forma de conscientizar os profissionais de Economia acerca dos impactos que a crise econômica internacional tem provocado sobre a economia brasileira. Também devem ser apontados os caminhos que os economistas e os Conselhos Regionais de Economia devem seguir no sentido de trabalhar para o fortalecimento da economia brasileira e do Sistema Cofecon/Corecons, bem como para a valorização cada vez maior da profissão no país, afirma o professor.